Estou aqui como quem morre sabendo-se mentira. Condeno este sentimento para não se revelar. Afogo-o dentro do silêncio que me vive. E sei-me incapaz – oculto-o. Ignoro toda a voz e escrevo outra. Uma que dito repetidamente para tornar-se certeza. Repito toda a farsa para ser real. Não quero ver projectada toda esta fantasia. Ela só existe no coração. E a cabeça tem de ordenar o sepulto do declínio. Dessa entrada para um novo amor.

Uau..
ResponderEliminarés realmente fantástica..