Mar: infinito – há tanto para descobrir.
Cruzamento: tudo se torna perfeito.
Linha: procura da felicidade.
Existem sorrisos; lágrimas, porque há uma natureza que me engloba e que me tornou ser humano. Tenho raciocínio e faíscas de alucinações.
Mas há algo de errado em pensar: pensa-se em demasia – leva-nos à dor de perda; da impossibilidade; da incógnita.
Em certa fase da vida, sem idade concreta, todos encaramos este ponto. Alguns: destemidos. Outros: receosos. Mas passa: prossegue-se.
Início: o (re)começo: procura de vida.
Nesta vida, nesta única vida, procura-se apenas uma coisa: vida (com o objectivo de viver).
Em torno destas palavras se salienta a inquietude: estamos destinados a um único facto: morte.
Não adianta pensar. Viver! Lutar por consegui-lo.
Aqui existe uma luta. Entra na luta para lutar.
Entra nela e luta. Luta com desdém.
Afinal: que ganhará?
Quem viverá mais tempo (lúcido)?