Não é que não queira. Nem que lute contra isso. É a força: aquela energia que consumiste (parece que não nasce mais). Faço de tudo (quase tudo) - há algo que impede a totalidade - para sair. Eu: o passado; as histórias sonhadas e a realidade inexistente desenham o entrave. Nasce o impedimento no coração. A razão sabe o que é necessário: o melhor. Mas executar é o que as mãos não esperam. É o que os sonhos não enfatizam. A magia não existe, nem a esperança. Não sei o que resta. Mas ficou algo. Fiquei eu. Presa. Entregue ao que sinto. Por ti.

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