É na folha que te perdes.
Entre as palavras da minha alma,
Reflecte-se a tua ignorância
Como um espelho chuvoso.
Na caligrafia vê-se a incoerência:
O erro trémule de te não querer.
E bebo essa mentiraComo cálice da verdade.
Como bolha de sombra
Que esconde o que és
No que não existe.
O eu enterrado no solo da inconsciência.

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